terça-feira, 21 de setembro de 2010

Hoje acordei com algo martelando em minha cabeça.
Será que tudo vai passar?
Será que um dia essa busca terá um fim?
será? será? será?

O tempo passa. Mesmo quando isso parece impossível. Mesmo quando cada batida do ponteiro dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim.

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